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A GUERRA COGNITIVA NAS REDES SOCIAIS E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A SEGURANÇA DOS ESTADOS

Este artigo analisa as ameaças do uso das redes sociais digitais na Guerra Cognitiva (CogWar) e seus efeitos na segurança dos Estados. Neste contexto complexo e difuso, o poder da informação é estrategicamente utilizado por atores estatais e não estatais para influenciar e exercer domínio. O acesso à internet e a conectividade crescente ampliam a relevância dessas plataformas como fontes de poder global. Os atores empregam táticas variadas nesse ambiente para disseminar desinformação e manipular informações, visando alcançar objetivos estratégicos. O estudo se baseia na revisão bibliográfica com foco primário no uso das redes sociais pela China e Rússia, acusadas de interferência política e eleitoral em outros Estados. Examina acordos bilaterais firmados entre os dois países sobre segurança da informação e guerra cibernética. Também considera, como foco secundário, o estudo de caso da Cambridge Analytica, para entender a participação de atores não estatais nessas conflituosidades. Conclui-se que a Guerra Cognitiva nas redes sociais tem potencial para influenciar decisões e relações internacionais, moldando percepções individuais e gerando impacto coletivo. Essa conjuntura representa um desafio contínuo para a segurança dos Estados, com consequências negativas em larga escala para a estabilidade global e segurança nacional.

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