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OTAN/EUA subestimaram a capacidade russa no campo de batalha

Não previram isso. A OTAN/EUA, ao recrutar nazistas para o golpe de Estado na Ucrânia, em 2014, e logo após, ao reconstruírem o exército desse país com o propósito de iniciar um confronto com a Rússia, não imaginavam o que seria o campo de batalha. Avaliavam a guerra convencional de desgaste em desfavor de ambos para descobrirem, agora, o absurdo poder das disposições das tropas russas, fortalecidas por seus regimentos de artilharia. Algo nem sequer previsto no ocidente. A chuva de fogo e estilhaços de metal quente impede qualquer possibilidade de uma ofensiva ou de meios defensivos na forma de trincheiras. A imagem reproduz o que significa entrar em guerra com os russos. Detalhe: não são cidades e sua população civil a serem destruídos. São soldados num campo de batalha. Kiev está de pé. O nome disso é guerra. Já o que ocorreu no Iraque, na Líbia e agora em Gaza não se chama guerra, mas sim genocídio. Percebem a diferença?…

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