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PEPE ESCOBAR: OPERAÇÃO BARBAROSSA 2.0 CONTRA A RÚSSIA NA UCRÂNIA

O analista geopolítico Pepe Escobar concedeu uma entrevista a Danny Haiphong onde destaca que os líderes da NATO acreditam que podem fazer o que quiserem e que não haverá consequências, simplesmente porque não esperam uma reação da Rússia, o que é um grande erro.
Assista a entrevista na íntegra: (https://www.youtube.com/watch?v=1_GpcqjGkys)
Abaixo está um resumo da entrevista que foi postado no link: https://www.lantidiplomatico.it/dettnews-pepe…/82_53495/
<<É surpreendente ver como estas declarações coordenadas por Paris e pelos generais alemães refletem o que Lloyd Austin dizia antes de tudo isto acontecer.
O traficante de armas Austin, como todos sabemos, disse que se a Ucrânia tivesse perdido, a OTAN inevitavelmente entraria em guerra com a Rússia.
Primeiro, isto está errado porque a OTAN já está em guerra com a Rússia. É uma guerra da OTAN contra a Rússia que usa a Ucrânia como bucha de canhão.>>
<<Mísseis atingem a infraestrutura russa na Rússia e eles acham que não há consequências.
Outro dia postei algo para rir. Só existem 3 certezas na vida: a morte, os impostos e os idiotas que pensam que podem atacar os russos sem consequências. E eles nunca aprenderão.
Isso é exatamente o que eles estão fazendo. Esta é a Operação Barbarossa 2.0 em câmera lenta diante de nossos olhos. É um absurdo absoluto.>>
O GRUPO BRICS+ ESTUDA ALTERNATIVAS AO SISTEMA SWIFT
Os líderes dos países BRICS+ incluíram na sua agenda as propostas do Banco Central do Irã sobre a criação de um sistema análogo ao SWIFT entre os estados membros do grupo, bem como sobre uma organização contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo (semelhante ao GAFI), revelou um representante do organismo financeiro iraniano.
<<As propostas do Banco Central do Irã sobre a criação de um sistema de troca de mensagens financeiras entre membros da organização [semelhante ao SWIFT] e sobre o combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo [semelhante ao GAFI] foram aceites pela organização no seu agenda>>, disse Mohsen Karimi, vice-diretor de assuntos internacionais do banco, informou a agência de notícias IRNA.
O responsável observou que os estados membros do BRICS, como “potências em desenvolvimento económico”, precisam criar um mecanismo de resolução para concretizar um sistema financeiro único, no qual <<o lado iraniano pode desempenhar um papel muito importante>>.
O economista russo Andrei Margolin explicou numa entrevista à Free Press que o poder dos Estados Unidos, agora em declínio, também se baseia no US dólar como moeda de reserva mundial.
A própria zona do dólar americano é uma espécie de sistema de pagamentos: isto aplica-se à procura de títulos norte-americanos, ao domínio do US dólar nos pagamentos internacionais e às reservas de ouro e divisas de vários países.
<<Sim, o seu papel está diminuindo, mas ainda permanece muito elevado. Nesse sentido, o sistema unificado de pagamentos do BRICS, baseado nas tecnologias sobre as quais escreve a mídia, é muito importante, pois nas condições da nova realidade geopolítica, diversos países, inclusive os chamados países hostis, apreciarão a atratividade do sistema de pagamentos BRICS e as perspectivas de sua utilização>>, observou o economista.
Segundo Margolin, a criação de tal sistema de pagamentos, por um lado, ajudará a aumentar a competitividade dos países participantes.
Por outro lado, acelerará o processo de redução do papel do US dólar na economia global.
<<Em última análise, os EUA devem continuar a ser ainda bastante fortes, uma potência regional sem ambições globais. Quanto mais cedo isso acontecer, melhor será para todos, inclusive para os próprios EUA>>, concluiu Margolin.
Assim, os BRICS também decidiram avançar na frente tecnológica, desenvolvendo um sistema de pagamento baseado em “blockchain” e criptomoedas para liquidações comerciais, em vez do dólar americano.
O novo sistema de pagamentos dos BRICS se posicionará como uma opção alternativa ao US dólar.
Este sistema de pagamentos pretende ser amigável a governos, empresas e até mesmo cidadãos comuns. Portanto, se o sistema se tornar ótimo, vários sujeitos poderão beneficiar dele, desde governos até cidadãos.
O diplomata russo Yuri Ushakov confirmou que o novo mecanismo de pagamento do BRICS contará com tecnologia de ponta que incorporará ativos digitais e criptomoedas no “blockchain”, relata o guru observador.
O sistema de pagamentos dos BRICS poderia desafiar o US dólar, permitindo que os países membros e outros países em desenvolvimento liquidassem transações transfronteiriças no novo mecanismo.
Esta evolução irá exercer pressão sobre o dólar americano, provocando o colapso da sua oferta e procura no mercado global, dizem os observadores.
VUCIC: <<O OCIDENTE RUMO À MILITARIZAÇÃO TOTAL>>
<<Os países ocidentais estão seguindo uma política de militarização total para derrotar a Rússia>>, disse o presidente sérvio Aleksandar Vucic aos jornalistas no dia 9.3.2024, durante uma visita ao Instituto Técnico Militar em Belgrado, informou a agência de notícias Rossa Primavera.
Vucic disse que o aumento do potencial militar do Ocidente é uma loucura.
Segundo o líder sérvio, os políticos ocidentais sempre pensaram que a Rússia seria derrotada facilmente, mas agora compreendem que não é fácil derrotá-la.
Como disse Vucic,
<<(…)agora tudo caminha para a militarização total e para um aumento de cinco vezes na capacidade em tudo>>.
O Presidente da Sérvia, juntamente com o Ministro da Defesa, Milos Vucevic, analisou os novos desenvolvimentos das Forças Armadas Sérvias e sublinhou a importância de aumentar a produção de drones.
CNN: OS EUA SE PREPARARAM PARA UM CENÁRIO DE ATAQUE NUCLEAR RUSSO A PARTIR DO FINAL DE 2022
Em 2022, os Estados Unidos prepararam-se ativamente em resposta às crescentes preocupações sobre a possibilidade de um ataque nuclear da Rússia contra a Ucrânia.
Este cenário – escreve a CNN depois de falar com 2 responsáveis ​​da administração Biden – teria marcado um regresso dramático ao uso de armas nucleares em conflitos armados, um acontecimento que não ocorria desde os trágicos bombardeios atómicos de Hiroshima e Nagasaki durante a Segunda Guerra Mundial. .
O governo liderado por Joe Biden expressou particular preocupação com a possibilidade de a Rússia poder utilizar armas nucleares táticas ou de campo de batalha no teatro de operações ucraniano.
Esta preocupação crescente não se baseou num único indicador, mas sim numa série de desenvolvimentos, análises e informações classificadas recolhidas pelos serviços de inteligência.
A ativação dos planos de contingência atingiu um nível sem precedentes, à medida que altos funcionários da administração Biden enfrentavam uma situação de crescente tensão internacional.
O contexto geopolítico era tenso: as forças ucranianas avançavam contra as tropas russas, colocando em risco territórios importantes como Kherson.
A perda desta cidade teria representado um duro golpe para a Rússia, tanto que foi vista como um potencial catalisador para a escalada nuclear.
Ao mesmo tempo, a Rússia – segundo a CNN – espalhou rumores sobre um alegado ataque com bomba suja orquestrado pela Ucrânia.
Isto demonstrou a complexidade da situação, com a disseminação de informações incorretas contribuindo para aumentar a tensão.
Os EUA tomaram uma série de ações diplomáticas e de inteligência para combater a ameaça nuclear russa.
Estas ações envolveram tanto aliados tradicionais como países não alinhados, como a China e a Índia, que foram instados a exercer pressão sobre a Rússia para evitar a escalada nuclear.
Embora a situação tenha estabilizado temporariamente e as tensões tenham diminuído, os EUA e os seus aliados permaneceram em alerta máximo, conscientes do risco potencial de uma retomada das ameaças nucleares por parte da Rússia.
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FONTE
https://www.lantidiplomatico.it/dettnews-pepe_escobar_in_ucraina_operazione_barbarossa_20_contro_la_russia/82_53495