Aviões-tanque, caças, sistemas de defesa — tudo virou alvo.
Mas Israel virou a principal base de ataque dos EUA.
Dezenas de aviões-tanque e caças americanos estão concentrados em Ben Gurion. Os EUA querem enviar mais dezenas para restaurar a frota ao nível do início da guerra. Preferem operar de Israel porque as bases no Golfo já são alvos fáceis.
A pergunta que a mídia não faz: por que o Irã ainda não atacou Israel?
A resposta: o ultimato já foi dado.
O Major-General Mohsen Rezaei, conselheiro militar do Líder Supremo do Irã, afirmou que, se os ataques americanos continuarem por mais 2 ou 3 dias, o Irã deixará a fase de retaliação limitada e partirá para uma ofensiva em larga escala — onde “nenhuma fronteira política estará segura”.
E “nenhuma fronteira” inclui Israel.
O Irã não vai ficar só apanhando. Ao atacar a infraestrutura que sustenta a guerra americana em Israel, Teerã fecha o cerco e expõe a vulnerabilidade dos EUA no coração do Oriente Médio.
A conta vai chegar. E pode chegar em até 72 horas.
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