Associação Brasileira dos Jornalistas

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O México corta o continente ao meio para ligar o Pacífico ao Atlântico!

Quando a Mãe Natureza posicionou o continente americano entre o Pacífico e o Atlântico, provavelmente não imaginava que essa configuração criaria um enorme obstáculo para a navegação. Quem sentiu essa dificuldade pela primeira vez foi Fernão de Magalhães, ao tentar dar a volta ao mundo navegando rumo ao oeste. Mas, apesar dos desafios, ele rapidamente encontrou uma solução. Foi assim que ele descobriu o estreito que hoje leva seu nome: o Estreito de Magalhães, entre os dois oceanos. No entanto, logo os navegadores perceberam que atravessar o Estreito de Magalhães era extremamente complicado. Por isso, foram obrigados a procurar uma rota ainda mais ao sul — e acabaram passando a usar a perigosa Passagem de Drake. Esse estreito permitia a passagem de navios de qualquer tamanho, mas era uma rota longa e incrivelmente arriscada. Foi por isso que, quando o Canal do Panamá foi inaugurado em 1914, as companhias de navegação de cargas e passageiros do mundo todo finalmente respiraram aliviadas. Esse alívio durou mais de cem anos. Mas hoje, ele está dando lugar à preocupação. No século XXI, está claro que o Canal do Panamá não dá mais conta do crescimento do transporte marítimo. Diante disso, o México decidiu resgatar um projeto há muito esquecido: o Corredor Interoceânico. Por que o México? O que exatamente o México está construindo? Por que o México precisa desse corredor?

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