Associação Brasileira dos Jornalistas

Seja um associado da ABJ. Há 17 anos lutando pelos jornalistas (1)

Quando a tecnologia salva vidas: o que a China pode ensinar ao Brasil sobre desastres climáticos

Dos drones de resgate aos planos de prevenção, a resposta chinesa às enchentes mostra como tecnologia, planejamento e ação do Estado podem salvar vidas antes da chegada das águas.

Quando Jorge Ben Jor canta “País Tropical” e celebra o Brasil como “um país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”, eu acrescentaria que também somos relativamente poupados de fenômenos extremos como tufões, furacões e grandes terremotos.

Por Iara Vidal

Ainda assim, diante da emergência climática, é de partir o coração acompanhar as enchentes que castigam diferentes regiões do país, como o Rio Grande do Sul, o Rio de Janeiro, a Bahia e Pernambuco. Eventos que antes pareciam excepcionais tornaram-se cada vez mais frequentes, destruindo casas, interrompendo vidas e revelando a fragilidade das nossas estruturas de prevenção.

Já a China, onde moro hoje, não é apenas um país de dimensões continentais. É um verdadeiro titã, também bonito por natureza. Mas, por aqui, o território não dá trégua.

A vastidão geográfica e a diversidade climática expõem o país a tufões, enchentes, secas, deslizamentos, terremotos, ondas de calor e tempestades de neve. Essa realidade ajuda a explicar por que prevenção, monitoramento e resposta a emergências ocupam um lugar tão importante na organização do Estado chinês.

Em um país tão grande e sujeito a riscos tão variados, enfrentar desastres naturais não é apenas uma questão de socorro. É uma política permanente de planejamento, infraestrutura e proteção da população.

Os números ajudam a dimensionar esse desafio: segundo o balanço mais recente do Ministério de Gestão de Emergências, somente no primeiro semestre de 2026, os desastres naturais afetaram 17,276 milhões de pessoas na China, deixaram 155 mortos ou desaparecidos e provocaram prejuízos econômicos diretos estimados em 42,14 bilhões de yuans (cerca de R$ 32 bilhões). As enchentes e os desastres geológicos concentraram a maior parte das perdas, com 124 mortos ou desaparecidos e danos de 33,87 bilhões de yuans (aproximadamente R$ 25,7 bilhões).

O “porta-aviões de resgate” que viralizou

Recentemente, os tufões Maysak e Bavi castigaram o sul e o sudeste da China, levando chuvas torrenciais, inundações e ventos intensos a diferentes regiões do país.

Em meio à destruição provocada pelo Maysak, uma cena registrada na Região Autônoma da Etnia Zhuang de Guangxi viralizou mundo afora e chamou atenção para a capacidade de resposta chinesa.

Nas imagens, uma plataforma flutuante motorizada e extensível, com cerca de 60 metros, avança sobre as águas para retirar estudantes e professores isolados em uma escola profissionalizante na cidade de Guigang.

Apelidado nas redes chinesas de “porta-aviões de resgate”, o equipamento podia transportar centenas de pessoas a cada viagem e ajudou na retirada de cerca de 6 mil alunos e funcionários.

A cena impressiona pelo tamanho e pela tecnologia. Mas revela algo ainda mais importante: aquela plataforma não surgiu de improviso no momento da tragédia.

Ela fazia parte de uma estrutura previamente organizada, que combinou alertas antecipados, mobilização de equipes, drones, sistemas emergenciais de comunicação e equipamentos especiais para alcançar áreas inundadas.

Mais do que uma imagem espetacular, a operação mostrou o resultado de planejamento, investimento público e coordenação entre diferentes órgãos para proteger vidas.

Drones para salvar, não para matar

A mim, toca profundamente — e renova minha esperança na humanidade — ver a tecnologia dos drones colocada a serviço da vida, e não da guerra. Confira o registro da minha sister e camarada Li Jingjing.

Nos últimos anos, essas máquinas se tornaram símbolos sombrios dos conflitos contemporâneos, seja nas agressões devastadoras de Israel contra o povo palestino, seja na guerra que parece interminável entre Rússia e Ucrânia.

Por isso, assistir ao mesmo tipo de tecnologia sendo usado para localizar pessoas isoladas, restabelecer comunicações e retirar moradores de áreas inundadas produz um contraste poderoso.

O tufão Maysak, o décimo do ano e o primeiro a atingir a China em 2026, chegou à província insular de Hainan em 3 de julho. Depois, avançou para o continente e provocou chuvas torrenciais em Guangxi.

O volume recorde de chuva causou enchentes graves em várias cidades. Mais de 375 mil pessoas foram afetadas, e pelo menos 130 mil moradores precisaram deixar as áreas inundadas.

Em Yunbiao, uma das localidades mais atingidas, mais de 15 mil pessoas ficaram isoladas. A cidade estava praticamente submersa, e as estradas haviam se tornado inacessíveis para os veículos tradicionais de resgate.

Uma equipe especializada percorreu mais de 1.700 quilômetros, em uma viagem de 18 horas, para chegar à região.

Foram utilizados dois drones de grande porte, com mais de três metros de envergadura e capacidade para transportar até 100 quilos, além de três equipamentos menores de reconhecimento. Com cordas acopladas, os drones ajudaram a retirar moradores presos no telhado de uma casa inundada e a conduzi-los até botes de resgate.

Mas o uso da tecnologia não parou por aí.

A pedido das autoridades de Guangxi, o Ministério de Gestão de Emergências enviou dois drones Wing Loong para restabelecer as comunicações nas áreas afetadas. As aeronaves sobrevoaram continuamente a região e devolveram o sinal de telefonia móvel a comunidades que haviam ficado completamente isoladas.

Ao mesmo tempo, foram mobilizados 1.372 integrantes da equipe nacional de bombeiros e resgate, 270 veículos, 140 embarcações e outros 350 profissionais especializados. O governo central também destinou 100 milhões de yuans às ações emergenciais de recuperação.

A inteligência artificial antes da chegada das águas

A inteligência artificial entrou em cena antes mesmo do resgate.

A rede elétrica do sul da China utilizou um sistema integrado de energia, meteorologia e IA para acompanhar, em tempo real, a trajetória do tufão e a distribuição das chuvas. A tecnologia permitiu monitorar a infraestrutura crítica 24 horas por dia e antecipar riscos para o fornecimento de energia.

Satélites, radares terrestres e modelos de simulação digital também foram empregados para prever o avanço das águas e identificar mais rapidamente as áreas de maior risco.

É justamente isso que me emociona: perceber que a tecnologia não precisa estar condenada a ampliar a capacidade humana de destruir. Ela também pode ampliar nossa capacidade de cuidar, prevenir, proteger e salvar.

Drones podem carregar explosivos, mas também podem carregar cordas. Podem interromper comunicações, mas também podem restabelecê-las. Podem espalhar medo, mas também podem chegar onde nenhum socorrista conseguiria chegar a tempo.

Talvez essa seja uma das grandes disputas do nosso tempo: decidir a serviço de quem — e de quê — colocaremos a inteligência, a ciência e a tecnologia que somos capazes de produzir.

Um pedido vindo do Rio Grande do Sul

Diante dessas cenas, o deputado estadual Matheus Gomes (PSOL-RS) entrou em contato comigo.

Ele esteve na China em junho deste ano para participar de um programa de intercâmbio entre Brasil e China sobre governança, ocasião em que tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente.

Gaúcho, Matheus conhece de perto a dimensão humana, social e econômica das enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul. Ao assistir às imagens das operações realizadas no sul da China, quis compreender melhor como o Estado chinês se prepara e responde a eventos dessa magnitude.

“Se você tiver informações relevantes sobre como o Estado chinês responde às enchentes, isso seria muito importante para nós no Rio Grande do Sul”, explicou.

Pedido de camarada é ordem.

Na mesma hora, fui atrás das fontes oficiais chinesas. E, como esse é um tema que diz respeito diretamente ao Brasil — cada vez mais atingido por enchentes, secas, incêndios e outros eventos extremos —, decidi organizar as informações aqui para que mais pessoas tenham acesso.

O que encontrei mostra que aquelas cenas de drones, plataformas de resgate, evacuações em massa e restabelecimento rápido das comunicações são apenas a face mais visível de um sistema construído ao longo dos anos.

Não se trata de improvisar quando o desastre já aconteceu. Trata-se de prevenir, planejar, preparar as comunidades e mobilizar recursos antes, durante e depois da emergência.

Uma arquitetura nacional de prevenção

A China organiza seu sistema de prevenção e resposta por meio de uma arquitetura em camadas.

Há um plano nacional abrangente, documentos específicos para cada tipo de desastre, protocolos provinciais e municipais, além de normas técnicas para treinamento, simulações, construção de cenários e preparação das comunidades.

No centro dessa estrutura está o Plano Nacional Geral de Emergência, atualizado em 2025. É ele que define os princípios de prevenção, preparação, comando, resposta, comunicação pública, mobilização de recursos e reconstrução diante de desastres naturais, acidentes, crises sanitárias e eventos de segurança pública.

O documento não estabelece apenas o que fazer depois da tragédia. Ele distribui responsabilidades entre o governo central, as províncias, os municípios, os distritos e as comunidades.

Também determina como os diferentes órgãos devem compartilhar informações e coordenar equipes, estoques, transporte, comunicação e assistência à população.

Essa lógica foi aprofundada no plano de modernização do sistema de gestão de emergências para o período de 2026 a 2030, elaborado no contexto do 15º Plano Quinquenal da China.

Uma de suas principais orientações é justamente a passagem de uma atuação predominantemente reativa para uma política de prevenção antecipada.

Entre as prioridades estão o fortalecimento do comando centralizado, a profissionalização das equipes, a ampliação do monitoramento e dos alertas precoces, o uso de novas tecnologias, a melhoria dos estoques e da logística e o reforço da capacidade de resposta de bairros, aldeias e comunidades.

A ideia é simples, mas decisiva: quanto mais cedo o risco for identificado, mais tempo haverá para posicionar equipes, preparar abrigos, interromper atividades perigosas e retirar a população antes que a situação se torne incontrolável.

Um sistema nacional de resgate

A atual estrutura começou a ganhar forma mais definida com a criação do Ministério de Gestão de Emergências, em 2018.

O Plano Nacional do Sistema de Gestão de Emergências para 2021–2025 consolidou uma rede que tem como força principal o Corpo Nacional de Bombeiros e Resgate, apoiado por equipes profissionais especializadas, pelas Forças Armadas em missões emergenciais, por organizações sociais e por voluntários.

O sistema também prevê estoques de alimentos, água, barracas, roupas, medicamentos e equipamentos distribuídos por diferentes níveis administrativos.

Isso permite que os primeiros recursos sejam mobilizados localmente, sem depender exclusivamente do envio de suprimentos a partir de Beijing.

Quando a capacidade de uma cidade ou província é superada, a resposta pode ser elevada ao nível nacional, com o envio de equipes, embarcações, veículos, aeronaves, recursos financeiros e materiais dos estoques centrais.

O socorro não termina com o resgate

O documento mais diretamente relacionado ao atendimento das vítimas é o Plano Nacional de Resposta Emergencial para Assistência em Desastres Naturais, revisado em 2024.

Ele estabelece as medidas que devem ser adotadas diante de desastres graves ou catastróficos: avaliação dos danos, envio de equipes, evacuação e alojamento da população, distribuição de alimentos, água, roupas e materiais, atendimento médico e sanitário, proteção de grupos vulneráveis e reconstrução das moradias.

O plano determina ainda que a assistência continue depois que as águas baixarem ou que o fogo seja controlado. Estão previstas medidas de transição, recuperação econômica e apoio às famílias durante o inverno e a primavera seguintes.

Esse ponto revela uma concepção de resposta que não termina quando a última pessoa é retirada da área de risco.

Salvar vidas é a primeira etapa. Depois vêm a reconstrução, a retomada dos serviços públicos, a recuperação da produção e a garantia de condições para que as famílias reorganizem a própria vida.

A resposta nacional é dividida em quatro níveis. O nível IV corresponde à mobilização nacional inicial. O nível III amplia a coordenação e os recursos. O nível II indica uma emergência muito grave. O nível I, o mais alto, envolve comando nacional reforçado, articulação entre ministérios, liberação de recursos financeiros e mobilização dos estoques centrais.

Um protocolo para cada tipo de risco

Além do plano geral, a China mantém protocolos específicos para os diferentes tipos de desastre que atingem seu território.

Há um Plano Nacional de Emergência para Terremotos, atualizado em 2026, que disciplina alerta, busca e salvamento, assistência médica, alojamento das vítimas, inspeção de estruturas, prevenção de desastres secundários e reconstrução.

Outro documento trata de frio extremo, neve, chuva congelante e formação de gelo, fenômenos capazes de interromper o fornecimento de energia, bloquear estradas, afetar as comunicações e provocar prejuízos à agricultura.

O Plano Nacional de Emergência para Controle de Inundações e Combate à Seca, de 2022, estabelece procedimentos para monitoramento de rios, operação de reservatórios, evacuação, enchentes urbanas, enxurradas, deslizamentos e períodos prolongados de estiagem.

Há ainda um plano específico para incêndios florestais e em áreas de pastagem, com regras para comando integrado, mobilização de bombeiros, uso da aviação, isolamento das áreas e acompanhamento posterior.

O repositório do Ministério de Gestão de Emergências também reúne protocolos para interrupções de energia, falhas de comunicação, acidentes em sistemas de transporte, emergências ambientais, segurança alimentar e abastecimento de grãos.

Em outras palavras, o Estado não espera o desastre acontecer para decidir quem deve agir.

A prevenção precisa chegar à comunidade

A preparação não fica restrita ao governo central ou às grandes cidades.

Normas nacionais padronizam a elaboração de planos para municípios, subdistritos, aldeias e comunidades. Elas também estabelecem critérios para exercícios, simulações e construção de cenários de emergência.

Na prática, isso significa que a população deve conhecer antecipadamente as rotas de fuga, a localização dos abrigos, os meios de comunicação disponíveis e as responsabilidades de cada órgão.

O sistema procura chegar à ponta: ao bairro, à aldeia, ao morador que precisa saber para onde ir quando recebe um alerta.

É nesse nível que a prevenção deixa de ser apenas um documento e se transforma em prática cotidiana.

Da previsão à reconstrução

Apesar das diferenças entre um terremoto, uma enchente, um tufão ou um incêndio florestal, o protocolo geral segue uma sequência.

Primeiro vem o monitoramento. Órgãos de meteorologia, recursos hídricos, recursos naturais e sismologia acompanham os riscos e compartilham dados.

Mapas são atualizados, barragens e encostas são fiscalizadas, estoques são preparados e equipes são posicionadas com antecedência. Também há medidas específicas para a retirada e o atendimento de idosos, crianças, gestantes e pessoas com deficiência.

Em seguida, entram os alertas precoces, transmitidos aos governos locais, aos responsáveis comunitários e à população exposta. Dependendo do fenômeno, a China utiliza um sistema de cores — azul, amarelo, laranja e vermelho — para indicar a intensidade ou a proximidade do risco.

Quando necessário, a resposta é ativada. Ela pode começar no nível municipal ou provincial e ser elevada à esfera nacional caso a capacidade local seja insuficiente.

Depois vêm as evacuações, a busca e o salvamento, o atendimento médico, a instalação de abrigos e o reparo emergencial dos sistemas de energia, água e comunicação.

Uma circular recente do governo central reforçou que as retiradas devem ser feitas antecipadamente nas áreas de maior risco. Também determinou plantões permanentes, posicionamento prévio de equipes e materiais e atenção especial às pessoas em situação de vulnerabilidade.

Foi essa estrutura que permitiu mobilizar drones de grande porte, aeronaves para restabelecer comunicações, centenas de embarcações e veículos e milhares de profissionais diante das enchentes provocadas pelo Maysak.

A tecnologia impressiona. Mas, sem planejamento, coordenação e equipes treinadas, ela não passaria de equipamento parado em algum depósito.

O diálogo com os países da CELAC

O interesse de Matheus Gomes tem uma razão evidente: o Rio Grande do Sul precisa reconstruir não apenas cidades e infraestruturas, mas também sua capacidade de prevenir, monitorar e responder a eventos extremos que tendem a se repetir.

E existe espaço institucional para esse diálogo.

A cooperação da China com os países da América Latina e do Caribe ocorre principalmente por duas vias: o Fórum China–CELAC e os acordos bilaterais firmados com cada governo.

Plano de Ação Conjunto China–CELAC 2025–2027, aprovado na Quarta Reunião Ministerial do fórum, realizada em Beijing em maio de 2025, prevê cooperação em gestão de desastres, prevenção e redução de riscos, capacitação institucional e resposta a emergências.

O plano anterior, válido entre 2022 e 2024, detalhou modalidades como intercâmbio de experiências, treinamento para operações em áreas sísmicas, resgate aquático e em regiões montanhosas, combate a incêndios florestais, prevenção de enchentes e secas e uso de dados de satélite.

Também foram previstos cursos para autoridades, bombeiros, técnicos e profissionais da Defesa Civil; cooperação em sistemas de alerta; uso de sensoriamento remoto e do sistema de navegação por satélite BeiDou; envio de equipamentos e materiais; contribuições financeiras e apoio à reconstrução.

Em situações concretas, a China pode fornecer barracas, geradores, medicamentos, alimentos, equipamentos de resgate e recursos para recuperar escolas, hospitais, estradas, moradias e redes de abastecimento.

Esse apoio não é automático. Depende das necessidades apresentadas, de pedidos oficiais, de projetos específicos e dos acordos estabelecidos com cada país. Mas a estrutura política e institucional já existe.

Para o Brasil — e especialmente para o Rio Grande do Sul —, isso abre uma possibilidade concreta de cooperação em monitoramento meteorológico, alerta precoce, proteção de bacias hidrográficas, planejamento urbano, sistemas de evacuação, treinamento de equipes e reconstrução de infraestruturas mais resistentes.

O desastre pode ser natural. A tragédia social, quase nunca

Não se trata de copiar mecanicamente um modelo produzido em outro país, com outra organização política, outro território e outras condições históricas.

Mas tampouco faz sentido recusar o aprendizado.

A principal característica do modelo chinês está na combinação entre prevenção antecipada, comando centralizado, execução local e mobilização nacional de recursos.

O desastre pode ser natural. A tragédia social, quase nunca.

Quando faltam alertas, obras de prevenção, planos de evacuação, estoques, pessoal treinado e coordenação entre os diferentes níveis do poder público, o fenômeno climático encontra uma população abandonada à própria sorte.

A emergência climática obriga o Brasil a abandonar a ideia de que enchentes, secas e incêndios são acontecimentos excepcionais. Eles já fazem parte da nossa realidade e precisam ser tratados como uma questão permanente de Estado.

Talvez seja essa a principal lição que as cenas vindas da China oferecem: salvar vidas começa muito antes da chegada das águas.

Documentos e links oficiais

Sistema chinês de prevenção e resposta a desastres

Plano Nacional Geral de Emergência — 2025

国家突发事件总体应急预案

Ministério de Gestão de Emergências da China

Versão publicada pelo governo central

Plano de Construção do Sistema Moderno de Emergências — 2026–2030

现代化应急体系建设“十五五”规划

Documento oficial

Plano Nacional do Sistema de Gestão de Emergências — 2021–2025

“十四五”国家应急体系规划

Documento oficial em PDF

Plano Nacional de Resposta Emergencial para Assistência em Desastres Naturais — 2024

国家自然灾害救助应急预案

Documento oficial

Repositório de planos emergenciais

Plano Nacional de Emergência para Terremotos — 2026

国家地震应急预案

Documento oficial

Planos nacionais especializados para diferentes tipos de desastre

Repositório do Ministério de Gestão de Emergências

Plano Nacional de Emergência para Controle de Inundações e Combate à Seca — 2022

国家防汛抗旱应急预案

Documento oficial

Normas para elaboração e teste de protocolos emergenciais

Repositório oficial

Norma GB/T 46793.1-2025 — diretrizes gerais para elaboração de planos

Página oficial

Documento em PDF

Cooperação China–CELAC

Declaração de Beijing da Quarta Reunião Ministerial do Fórum China–CELAC

中国—拉共体论坛第四届部长级会议北京宣言

Documento oficial

Plano de Ação Conjunto China–CELAC para Cooperação em Áreas Prioritárias — 2025–2027

中国—拉共体成员国重点领域合作共同行动计划(2025—2027)

Documento oficial

Plano de Ação China–CELAC — 2022–2024

中国—拉共体成员国重点领域合作共同行动计划(2022—2024)

Documento oficial

Arquivo de documentos do Fórum China–CELAC

Ministério das Relações Exteriores da China

ASSISTA AO VIDEO AQUI:

https://www.instagram.com/reel/Dav_xwzDxSS/?igsh=MzJ6Y2Z6cTdhY2hx

FOTO: Xinhua

FONTE: https://www.brasil247.com/blog/quando-a-tecnologia-salva-vidas-o-que-a-china-pode-ensinar-ao-brasil-sobre-desastres-climaticos/