A revista The Economist é meio que uma biruta de aeroporto quando o assunto é América Latina. Baseando-se em fake News da mídia brasileira, em junho de 2025 disse que que Lula perdera “influência no exterior”. Em novembro, o maior jornal do mundo, o The New York Times, em matéria de capa, diz que Lula desafiou Trump e venceu.
Agora, a centenária publicação britânica ataca de novo com matéria baseada na má-fé da grande mídia de direita, que se bolsonarizou, e na burrice de setores da esquerda, que não sabem nem onde têm o nariz e vêm fazendo coro com um ataque que começou no STF e já está chegando a Lula – como qualquer pessoa sensata previra.
Na recaída, a publicação britânica assevera que “O Supremo Tribunal Federal do Brasil está envolvido em um enorme escândalo”.
O Supremo Tribunal Federal já demonstrou capacidade de fazer veículos internacionais reconhecerem o valor de sua atuação em defesa da democracia. Em abril de 2025, Economist publicou críticas duras ao tribunal, apontando excesso de poder concentrado em ministros como Alexandre de Moraes e questionando se isso não gerava uma crise de confiança na Corte.
O presidente do STF na época, ministro Luís Roberto Barroso, rebateu com uma nota oficial firme, publicada no site do tribunal, defendendo que as decisões foram coletivas, apoiadas pelo plenário e essenciais para proteger a democracia contra ameaças reais, como os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Pouco depois, em agosto de 2025, a própria The Economist mudou o tom em matéria de capa sobre o julgamento da trama golpista de Jair Bolsonaro. A chamada dizia “What Brazil can teach America”, ou O que o Brasil pode ensinar à América. Na texto, a própria revista responde: “democracia”.
A revista elogiou o Brasil e o STF por oferecerem “uma lição de maturidade democrática” ao mundo, destacando como o país lidou com o ex-presidente e aliados de forma institucional, contrastando com desafios semelhantes em que nações como os EUA fracassaram.
Esse reconhecimento posterior mostra que o trabalho do STF, ao combater ameaças autoritárias, acabou encantando observadores internacionais. O tribunal segue vigilante e pronto para novo alerta caso haja novas críticas infundadas — reforçando seu papel como baluarte da democracia plena no Brasil.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
FONTE: https://www.brasil247.com/blog/stf-ja-fez-economist-se-retratar-e-fara-de-novo