As mídias tradicionais continuam relevantes, mas já não são há muito o único canal.
A política brasileira se decide cada vez mais no celular e nas ruas. As duas coisas são uma só: o que nasce na rede vira mobilização, e a mobilização volta à rede.
O essencial dessa comunicação, o fator decisivo para a estonteante virada na última campanha eleitoral, foi Lula. Seu espírito, sua história e seus valores são o que deram sentido e credibilidade a tudo. Sem o líder que saiu da fábrica, passou pela prisão política e voltou para reconstruir o país, não haveria movimento algum.
Foi isso que o Brasil quis expressar. A maioria do país se uniu num movimento único contra o retorno do bolsonarismo, projeto que levou Jair Bolsonaro à condenação por tentativa de derrubar o Estado democrático pela violência. A comunicação direta deu a esse desejo uma forma, uma voz e um objetivo.
A campanha de Lula chegou a ser duramente criticada por não conseguir, no primeiro turno, se adaptar à dinâmica das redes. O bolsonarismo e suas notícias falsas dominavam o ambiente digital. A virada veio com organização popular.
Janones ensinou às massas que ansiavam por uma ordem unida em torno de um objetivo. Mostrou como engajar os conteúdos ligados a Lula nas redes e pediu a quem já estava lá que trouxesse mais gente. Distribuiu conteúdos e orientações para que os apoiadores compartilhassem publicações e participassem de ações coordenadas. Propôs metas comuns, e a tarefa comum é o que transforma espectador em militante.
O Exército do Lula chegou a mais de 10 milhões de usuários no WhatsApp. Esse fermento produziu uma campanha que maravilhou o mundo.
Lula fez a sua parte. Multidões de anônimos e famosos aderiram à mobilização compartilhando fotos com a camisa da seleção brasileira, retomando um símbolo que a extrema-direita tentou sequestrar. Um rastilho incendiou o país, provando a força do movimento de vitória pública, cívica, sobre a timidez e o medo.
Lula reconheceu o aliado: agradeceu a Janones e o chamou de “nosso general”.
O começo do novo mandato, que ainda nem se iniciou, já sinaliza uma mudança promissora. A “Live da Vitória”, transmitida por Lula e Janones na noite de 5 de novembro, passou de 3 milhões de visualizações. Foi a prova de que a energia da campanha não se dissipou com a apuração.
Na própria live, Lula convidou Janones a acompanhá-lo na COP-31 e nas Filipinas para fazer novas transmissões. O método que ganhou a eleição vai, assim, acompanhar o presidente também no cenário internacional. Na Avenida Paulista, Lula já havia pedido que a rede de apoiadores continuasse mobilizada durante o mandato.
Agora vem a decisão que importa. Esse método não pode ficar restrito à campanha.
Lula chega ao quarto mandato com a chance e o compromisso repetido de, mais do que nunca, governar com o povo, e não apenas falar a ele.
Isso exige pôr a comunicação direta no centro dinâmico do governo: o presidente diariamente nas redes, programas explicados em linguagem simples, respostas rápidas à manipulação e mudanças chegando de fato à prática.
É a chave para uma virada necessária na avaliação do governo e do presidente. Já em 2022, Janones defendia uma estratégia de redes para todo o governo, sem abandonar a comunicação institucional, mas modernizando as duas.
As mídias tradicionais continuam relevantes, mas já não são há muito o único canal. Um governo que conversa todos os dias com milhões de brasileiros, e também os escuta, mantém viva a base que derrotou o bolsonarismo. Sem negar o PT, sua direção, nem outros partidos, Lula e Janones já provaram que isso funciona, e o desafio agora é incorporar o acerto, mostrando como as ações do governo impactam de fato a vida das pessoas.
A política brasileira se decide cada vez mais no celular e nas ruas. As duas coisas são uma só: o que nasce na rede vira mobilização, e a mobilização volta à rede.
O essencial dessa comunicação, o fator decisivo para a estonteante virada na última campanha eleitoral, foi Lula. Seu espírito, sua história e seus valores são o que deram sentido e credibilidade a tudo. Sem o líder que saiu da fábrica, passou pela prisão política e voltou para reconstruir o país, não haveria movimento algum.
Foi isso que o Brasil quis expressar. A maioria do país se uniu num movimento único contra o retorno do bolsonarismo, projeto que levou Jair Bolsonaro à condenação por tentativa de derrubar o Estado democrático pela violência. A comunicação direta deu a esse desejo uma forma, uma voz e um objetivo.
A campanha de Lula chegou a ser duramente criticada por não conseguir, no primeiro turno, se adaptar à dinâmica das redes. O bolsonarismo e suas notícias falsas dominavam o ambiente digital. A virada veio com organização popular.
Janones ensinou às massas que ansiavam por uma ordem unida em torno de um objetivo. Mostrou como engajar os conteúdos ligados a Lula nas redes e pediu a quem já estava lá que trouxesse mais gente. Distribuiu conteúdos e orientações para que os apoiadores compartilhassem publicações e participassem de ações coordenadas. Propôs metas comuns, e a tarefa comum é o que transforma espectador em militante.
O Exército do Lula chegou a mais de 10 milhões de usuários no WhatsApp. Esse fermento produziu uma campanha que maravilhou o mundo.
Lula fez a sua parte. Multidões de anônimos e famosos aderiram à mobilização compartilhando fotos com a camisa da seleção brasileira, retomando um símbolo que a extrema-direita tentou sequestrar. Um rastilho incendiou o país, provando a força do movimento de vitória pública, cívica, sobre a timidez e o medo.
Lula reconheceu o aliado: agradeceu a Janones e o chamou de “nosso general”.
O começo do novo mandato, que ainda nem se iniciou, já sinaliza uma mudança promissora. A “Live da Vitória”, transmitida por Lula e Janones na noite de 5 de novembro, passou de 3 milhões de visualizações. Foi a prova de que a energia da campanha não se dissipou com a apuração.
Na própria live, Lula convidou Janones a acompanhá-lo na COP-31 e nas Filipinas para fazer novas transmissões. O método que ganhou a eleição vai, assim, acompanhar o presidente também no cenário internacional. Na Avenida Paulista, Lula já havia pedido que a rede de apoiadores continuasse mobilizada durante o mandato.
Agora vem a decisão que importa. Esse método não pode ficar restrito à campanha.
Lula chega ao quarto mandato com a chance e o compromisso repetido de, mais do que nunca, governar com o povo, e não apenas falar a ele.
Isso exige pôr a comunicação direta no centro dinâmico do governo: o presidente diariamente nas redes, programas explicados em linguagem simples, respostas rápidas à manipulação e mudanças chegando de fato à prática.
É a chave para uma virada necessária na avaliação do governo e do presidente. Já em 2022, Janones defendia uma estratégia de redes para todo o governo, sem abandonar a comunicação institucional, mas modernizando as duas.
As mídias tradicionais continuam relevantes, mas já não são há muito o único canal. Um governo que conversa todos os dias com milhões de brasileiros, e também os escuta, mantém viva a base que derrotou o bolsonarismo. Sem negar o PT, sua direção, nem outros partidos, Lula e Janones já provaram que isso funciona, e o desafio agora é incorporar o acerto, mostrando como as ações do governo impactam de fato a vida das pessoas.
FOTO: Ricardo Stuckert
FONTE: https://www.brasil247.com/editoriais/lula-e-janones-o-grande-acerto-da-comunicacao-direta-com-o-povo/