PIX desafia interesses dos EUA ao fortalecer soberania digital e reduzir dependência do dólar.
A melhor solução de “moeda” (soberania) digital já criada no mundo, com suporte e garantia de um ente público, o Banco Central, de forma gratuita e segura, simples e rápida, de fácil entendimento e aplicação.
É um meio circulante e de pagamento eficiente, que caiu no gosto popular, ajudando pequenos negócios, relações entre pessoas, comércio e vendas, com ampla aceitação por pequenas, médias e grandes empresas, sem depender de formalidades, contratos, vinculações e taxas, como os cartões de crédito.
É uma pequena revolução, uma espécie de “upgrade” do real, que dinamiza a economia e pode servir de base, inclusive, para uma moeda comum nos BRICS, Mercosul, até mesmo em acordos comerciais bilaterais, Mercosul-UE, Brasil-México.
O risco para os EUA está em variadas frentes. A mais visível é a simbólica: como esses caras conseguiram algo tão revolucionário? As outras: o prejuízo para os cartões de crédito e, por fim, a mais contundente, a ameaça ao dólar, em longo prazo, de haver alternativa sem precisar de conversão via dólar.
E a reflexa: a soberania nacional, digital, sem depender diretamente das Big Techs.
É ou não um risco do pequeno contra o laranjão?
Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil
FONTE: https://www.brasil247.com/blog/por-que-o-pix-incomoda-os-eua